Abas primárias

A Verdadeira Direita

Ativismo - São Paulo, SP
kicks
Arrecadados da meta de R$10.000,00
Encerrado!
Tudo ou nada

Esta campanha recebeu todos os fundos arrecadados até 13/03/2016.

Recompensas

  • R$40,00

    O livro
    Uma cópia de “A Verdadeira Direita”
    140 pessoas kickaram.
    Entrega estimada em 30/06/2016

  • R$70,00

    Combo 1
    Uma cópia de “A Verdadeira Direita” + acesso a webinar ministrado pelo tradutor André Assi Barreto
    3 pessoas kickaram.
    Entrega estimada em 30/06/2016

  • R$100,00

    Combo 2
    Uma cópia de “A Verdadeira Direita” + acesso a webinar ministrado pelo tradutor André Assi Barreto + participação em hangout e Q&A com o autor Daniel Friberg + uma cópia de “Perdidos e Violentos”
    3 pessoas kickaram.
    Entrega estimada em 30/06/2016

  • R$150,00

    Combo 3
    Uma cópia de “A Verdadeira Direita” + acesso a webinar ministrado pelo tradutor André Assi Barreto + participação em hangout e Q&A com o autor Daniel Friberg + uma cópia de “Perdidos e Violentos” + uma cópia de “O Código dos Homens” + seu nome impresso no livro a ser publicado, eternizando seu apoio
    8 pessoas kickaram.
    Entrega estimada em 30/06/2016

  • R$200,00

    Combo 4
    Uma cópia de “A Verdadeira Direita” + acesso a webinar ministrado pelo tradutor André Assi Barreto + participação em hangout e Q&A com o autor Daniel Friberg + uma cópia de “Perdidos e Violentos” + uma cópia de “O Código dos Homens” + uma cópia de “Elogio da Leitura” + uma cópia do “Guia Politicamente Incorreto da Literatura” + seu nome impresso no livro a ser publicado, eternizando seu apoio
    16 pessoas kickaram.
    Entrega estimada em 30/06/2016

  • R$1.500,00

    Empresa Gold
    Lote com 30 cópias do livro + logo impresso no miolo
    Uma pessoa kickou.
    Entrega estimada em 30/06/2016

  • R$3.000,00

    Empresa Platinum
    Lote com 50 cópias do livro + logo na contracapa
    Restam 3 kicks.
    Entrega estimada em 30/06/2016

A Direita está de volta.

Após décadas de humilhações e fracassos políticos, temos uma oposição que se reorganiza, que busca respostas aos desafios contemporâneos, doa a quem doer. São homens e mulheres cansados das investidas revolucionárias, da perseguição às ideias cristãs, da inversão de papéis de gênero, do multiculturalismo radical. São homens e mulheres como eu e você.

A esquerda não conseguiu apenas criar uma sociedade marcada pela covardia e pela fraqueza; ela conseguiu algo mais sério: a amputação espiritual do homem enquanto tal, separando o pensamento da ação por completo. Ela perpetrou uma guerra sistemática contra nossa civilização e cultura, mas uma guerra ainda mais brutal contra a humanidade. É por essa razão que você deve ler, de maneira a se enriquecer intelectualmente, para aprender o que vale a pena ser defendido, como um pré-requisito para ser capaz de se orientar e de agir no mundo. Alguém que não conhece nossos princípios, mais cedo ou mais tarde acabará por traí-los.

Daniel Friberg, líder da Nova Direita europeia, escreveu este guia e manifesto desde o olho do furacão. Ele sabe que a hegemonia do establishment está ruindo, de forma que a compreensão ideológica e completamente irreal de mundo da Esquerda está mais claramente deixando transparecer suas fraquezas.

Chegou a hora de não sucumbirmos ao desespero e de erguermos nossas cabeças. A luta pela civilização está longe de acabar. Ela apenas começou. Vejamos nosso momento histórico como a oportunidade para uma aventura, numa época em que suas ações podem de fato impactar o rumo daquilo que importa.

Conheça A Verdadeira Direita. Faça parte do movimento. Venha para o lado da vitória.

Os direitos de tradução para o Brasil já estão garantidos. Agora só depende de cada um de nós para que este audacioso projeto venha ao mundo e este livro seja impresso. Escolha sua recompensa, faça sua contribuição e compartilhe nossa campanha em suas redes sociais. Toda divulgação é fundamental para o sucesso desta empreitada. Se não conseguirmos atingir a meta estipulada, todos recebem seu dinheiro de volta. Se conseguirmos, cobrimos os custos de advanced de direitos autorais, tradução, revisão, diagramação, projeto gráfico, impressão e envio - e você terá a alegria de ter contribuído com um livro que mudará o panorama do debate público no país.

O retorno da verdadeira direita, por Daniel Friberg

Como lidar com o declínio da Esquerda, por Daniel Friberg

A crise européia dos "refugiados" e a necessidade de uma direita forte e verdadeira, por André Assi Barreto

Praticando a metapolítica, por Daniel Friberg

Programa Confronto, com Guilherme Macalossi e André Assi Barreto

Hangout Terça Livre, com Italo Lorenzon, André Assi Barreto e Rodrigo Simonsen

"Como lidar com o declínio da Esquerda", por Daniel Friberg

Depois que a Esquerda completou sua longa marcha pelas instituições e assegurou seu papel determinante nas entidades formadoras de opinião, como as redes de notícias, o rádio e a TV, ela não perdeu tempo em usar seu novo poder para a perseguição aberta de seus oponentes políticos. Tal perseguição começou nos anos 90 e cresceu em força e vulgaridade desde então. Ofereço algumas dicas práticas a respeito do que você, enquanto indivíduo, pode e deve fazer para lidar com isso.

A “grande mídia” é admitidamente vista como moribunda e tem se tornado cada vez menos relevante com o passar dos tempos, ao passo que canais de mídia alternativa estão ganhando terreno numa velocidade avassaladora. Milhões e milhões de pessoas usam mídias e sites alternativos, sendo suas fontes primárias de informação e muitos deles tecem críticas à imigração. Isso é natural visto que, tal mídia, a despeito de suas imperfeições, reflete melhor a realidade que muitas pessoas efetivamente experimentam, especialmente em comparação com a grande mídia.

A claque jornalística, acostumada a ter o poder de manipular a opinião pública de acordo com sua vontade, parece incapaz de fazer qualquer coisa contra isso. Não surpreende, portanto, que estejam frustrados para além do que a racionalidade pode conceber e inclinados a recorrer a meios desesperados. Esses pretensiosos “policiais morais”, normalmente inflamados por discursos sobre a compaixão e a tolerância, repentinamente revelam suas verdadeiras faces e uma absoluta intolerância contra qualquer um que mostre pontos de vista com os quais discordem, bem como uma completa desumanização daqueles que julgam ser seus inimigos políticos. Para esses humanitários, arruinar a vida de alguém por algo escrito num momento de raiva na internet é perfeitamente normal.

Porém, não nos desesperemos. O desespero e a frustração que agora testemunhamos na casta jornalística são indicativos nítidos do fato que a situação no país está em processo de normalização e podem também ser vistos como um primeiro sinal dos espasmos de morte da hegemonia esquerdista. Diz-se que sempre é mais escuro antes do alvorecer e o alvorecer pode vir mais cedo do que se imagina.

O que é mais urgente nesse momento é minimizar qualquer dano pessoal contra aqueles que foram atacados ou estão sujeitos ao ataque dessas perseguições. Permitam-me que dê dez sugestões sobre o que pode ser feito.

“Sem comentários.” Com os jornalistas que fazem contato ou, em certos casos, que cometem o disparate de visitar sua casa sem convite, não vale a pena sequer que sejam tratados como profissionais sérios. Não são oponentes políticos, mas sim opositores de toda a tradição de liberdade de expressão sueca. Não agracie estes pequenos sádicos nojentos com quaisquer comentários que possam citar em seus artigos de baixo nível. Negue-se a jogar o jogo deles. Não há obrigação de fazer qualquer afirmação de qualquer natureza. Caso você se pusesse com uma câmera em mãos a fazer perguntas rudes, muito provavelmente você seria preso por assédio. Os jornalistas não são pessoas superiores a você e não têm quaisquer direitos especiais que os permitam assediar pessoas.

Dê a eles as boas-vindas que merecem. Caso apareçam em sua casa — e particularmente se você for dono da casa –, eles estarão violando sua propriedade. Existem vários meios criativos, não-violentos e legais de fazer com que desocupem o local. Caso acredite estar em risco de receber visitas de jornalistas esquerdistas, pode haver vantagem em reservar um balde de água imediatamente próximo a sua porta. O balde pode simplesmente ser esvaziado com você colocando-o na cabeça do jornalista franzino, com consciência de gênero e certificado pela comunidade LGBT que toca sua campainha com seu parceiro ou parceira de câmera. A água não precisa necessariamente ser limpa. Uma escolha mais adequada para o meio ambiente seria reaproveitar a água da última vez que você lavou sua louça ou algo do tipo. Como um amigo da Europa, é importante ter questões relativas ao meio ambiente em vista.

Negue tudo. Caso você tenha uma ocupação profissional sensível e haja perigo de perdê-la, simplesmente negue todas as alegações e certifique-se que aqueles que te assediam estão cientes que você os processará caso publiquem o que afirmam. Não diga mais nada. Você não tem obrigação de se provar “inocente” simplesmente por ter feito uso de sua liberdade de expressão e eles não possuem qualquer evidência para apresentar. Qualquer informação obtida por meio de hackeamento não tem valor como evidência e pode, teoricamente, ter sido fabricada.

Litigue, litigue, litigue. Leve tudo que escrevem até a corte. Reporte-os aos órgãos responsáveis pela ética da imprensa, processe-os por difamação e contrate um advogado. A mídia esquerdista sueca está acostumada a sair impune com suas atitudes, a não sofrer nenhuma das consequências legais devidas. Quando se trata de lidar com esse tipo de material, eles tendem a ser escorregadios e irresponsáveis e, por isso, normalmente violam diversos limites legais. Isso, por sua vez, torna eventuais casos fáceis de serem vencidos, com a possibilidade de uma gorda quantidade financeira em reparos por danos. Certifique-se de pedir reparos grandes pelos danos caso o que eles tenham publicado lhe tenha custado o emprego ou tenha feito sofrer qualquer outro tipo de prejuízo pessoal.

Boicote. Encoraje todos os seus amigos e conhecidos a boicotar os jornais que fazem parte ou aceitam esse quadro. Há cerca de dois milhões de eleitores dos Democratas Suecos no país e um número ainda maior de pessoas que têm postura crítica quanto à imigração ou que estão simplesmente fartas da grande mídia sueca. Se uma porção significativa desse segmento da população parasse de comprar a sujeira publicada pelos jornais que participam dessas campanhas stalinistas contra indivíduos particulares sua condição econômica trágica pode piorar ainda mais.

Dê a eles um pouco do seu próprio remédio. Se você faz parte de uma organização política ativista, é uma oportunidade de ouro para fazer algo bom e ainda ganhar legitimidade e a boa-vontade aos olhos do público. O apoio público para o que esses jornais fazem é virtualmente nulo e pode ser prudente fazer com que tenham responsabilidade por suas ações e respondam por elas, seja ligando para os próprios (grave a conversa) ou visitando-os em seus terrenos com sua própria “equipe técnica de câmeras” para que expliquem suas ações hostis contra a liberdade de expressão.

Estigmatize, estigmatize, estigmatize. Por vários anos a arma primária escolhida pela elite cultural para punir quem questionasse o experimento social insano da imigração em massa foi atacar e caluniar nos jornais e na TV. Como agora enfrentamos uma nova situação, onde os jornais fazem cortes de orçamento cada dia maiores e a taxa de desemprego entre jornalistas está alcançando níveis recordes, a claque jornalística passa por tempos deveras difíceis. Certifique-se que lembrará dos nomes de todos os jornalistas envolvidos nessa débâcle. Num futuro não muito distante eles podem vir a implorar por emprego em uma empresa sua ou de algum conhecido e suas submissões podem muito bem ir parar no final da pilha. Deixe que o merecido aumento do desemprego entre os jornalistas contrários à liberdade de expressão continue e permita que assim permaneça e atinja novos recordes. Em vez de nos pintarmos como vítimas, que é o que desejam, visto que isso dá um efeito desmoralizante e espalha o medo que eles querem instilar em qualquer crítico da ordem presente — esteja certo que se tornará um vencedor e deixe que a extrema-esquerda se rotule como vítima.

Construa redes de mídia. Você pode — e deve — saber que possui amigos e aliados em todos os níveis da sociedade. Se você é um dos desafortunados que perdeu ou pode perder o emprego por causa dessa bobagem toda, contate-nos no RightOn.net. Temos uma rede significante e faremos nosso melhor para te ajudar. Da mesma forma, se você for um empregador e puder ajudar, nos contate.

Vá a público. Se a ocasião na sua vida permite, vá a público, faça o exato oposto do que nossos oponentes querem que seja alcançado com esta campanha e comece a escrever em seu próprio nome. Primeiramente, isso contribuirá para desmontar ainda mais o já esfacelado estigma que circunda nossas ideias e, em segundo plano, isso maliciosamente tira dos nossos oponentes a possibilidade de “desmascarar”. Como benefício colateral, saber que você terá que defender o que escreve em público fará você evitar o risco de se expressar de maneira vulgar ou contraproducente. Caso queira desabafar, o faça em particular.

Por último e não menos importante: não desista da esperança. É normal ficar chocado e confuso quando se é alvo de uma campanha de mídia inesperada e desproporcional como essa, simplesmente por ter feito uso de um de nossos direitos constitucionalmente protegidos, que é expressar opinião em comentário feito online. Você deve se lembrar que isso é um fenômeno temporário, toda essa situação logo será esquecida e que ninguém além dos esquerdistas fanáticos se lembrará do que você escreveu. Sob nenhuma circunstância você deve permitir que esses fracassados sádicos e maliciosos te silenciem. Continue criticando a política de insanidade — se possível, duas vezes mais que antes.

Não os deixe vencer.

“Foram-se os dias em que gentes da direita como eu podiam se contentar apenas com rir e ridicularizar os patetas da esquerda; agora devemos reconhecê-los como os inimigos mortais que são e lutar contra eles sabendo disso. O livro de Friberg será um componente-chave no arsenal a ser montado para essa luta” – Mark Gullickm, Postcards from Traumaville

“Esse é um dos livros mais equilibrados e menos estridentes ideologicamente que já li sobre política. Há uma boa dose de observação cuidadosa em praticamente todas as páginas. Friberg oferece uma receita para uma direita vital e saudável” – Ann Sterzinger, Counter-Currents

 “Cada palavra ressoa como a mais pura verdade” – Greg Johnson, Counter-Currents


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Rodrigo Simonsen
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