Abas primárias

Missão PMMI: África Iluminada

Comunidade

O propósito de possibilitar acesso a uma vida saudável para todas as pessoas, nos fez assumir uma missão humanitária na África, em Moçambique, distrito de Sussundenga, Dombe.

Lá mantemos há alguns anos, um pequeno Ambulatório, onde nossa pequena comunidade religiosa atende a população, em grande parte, vitimada pela malária e outras doenças. Nossos esforços são insuficientes para atender toda a demanda, numa região em que falta quase tudo.

Nessa localidade, o abastecimento de água potável, é, ainda, insuficiente e apenas 2% da população se beneficiam de energia elétrica.  

 

Perseguimos o propósito de levar a energia elétrica para a população dessa localidade, onde estamos incansavelmente trabalhando em benefício da população. O projeto permitirá o contato mais efetivo com o mundo exterior.

Poderemos agregar novas tecnologias e melhorar as formas de assistência para a população de Dombe. Será possível implantar tecnologias como a telemedicina, consultas a distância, além de funcionamento de equipamentos básicos para ajuda no diagnóstico, como computadores, raio-x, ultrassom, entre outros, podendo elevar à categoria da casa para um centro de saúde e acolhimento a mães gestantes.

Sua colaboração faz a diferença, clique abaixo e doe qualquer valor!

Em Moçambique, encontramos Sussundenga que possui uma superfície de 7.057 Km² e uma população recenseada de 92.622 habitantes. A população é jovem (47% abaixo dos quinze anos de idade), majoritariamente feminina (taxa de masculinidade de 47%) e de matriz marcadamente rural. 

Quando chegamos a Dombe, mais de 70% da população era analfabeta, predominantemente mulheres; a taxa de escolarização no distrito é ainda baixa.

O distrito está servido por 7 unidades sanitárias, ou seja, um nível bastante insuficiente, como se conclui com os números a seguir: 

  • uma unidade sanitária por cada 17 mil pessoas;
  • um leito hospitalar por dois mil habitantes;
  • um profissional técnico para cada 2.850 residentes;
  • apenas um médico para toda a população do distrito;
  • parteiras tradicionais.

A cultura, fortemente marcada pela poligamia, também enfrenta a disseminação do vírus HIV que atinge um número considerável de mulheres, culminando num número elevado de crianças órfãs. Moléstias como a malária e a desnutrição são como marcas indeléveis dentro de uma população que tenta sobreviver à custa de duros trabalhos e praticamente nenhum recurso econômico.

 

O quadro epidêmico do distrito é dominado pela malária, diarreia, DST's e AIDS, que no seu conjunto representam quase a totalidade dos casos de doenças notificados no distrito.  

De um modo geral a agricultura é praticada manualmente em pequenas explorações familiares com base em variedades locais.

Para além das questões climáticas, os principais constrangimentos à produção são as pragas, a seca, a falta de sementes e pesticidas. A caça e a pesca são também recursos de que o distrito dispõe para o enriquecimento da dieta das famílias.

Além disso, a maior parte das famílias (aproximadamente 80%) faz apenas uma refeição por dia, por volta da 15h, constituída de uma massa de farinha de milho branco (shima), acompanhada pelo caril (feijão ou alguma folha, raramente uma galinha ou cabrito).  

Na liderança tradicional existe uma espécie de divisão de trabalho e de funções entre os diferentes líderes da comunidade.   

O tipo de habitação do distrito é a “palhota”, com pavimento de terra batida, teto de capim ou colmo, paredes de caniço ou paus.

Em relação a outras utilidades, o padrão dominante é o de famílias sem eletricidade, dispondo de quatro bicicletas em cada dez famílias, vivendo sem latrina e água colhida em poços ou furos em rios ou lagos.

A história da região é caracterizada pela guerra civil, vivendo ainda hoje uma grande instabilidade política com constantes ameaças de novas guerras, as dificuldades sociais como a pobreza extrema e o quase inexistente apoio governamental para ações de saúde, as doenças endêmicas, entre elas a malária como um dos principais problemas de saúde pública no país, a falta de recurso financeiro para aquisição das medicações para o tratamento da malária e de outras doenças, a pouca rede de água encanada, o pouco alcance da energia elétrica são os principais desafios encontrados hoje na realização do trabalho missionário.

Através da sua colaboração, milhares de pessoas estão sendo beneficiadas. Doe já!

Somos as Pequenas Missionárias de Maria Imaculada, congregação brasileira, fundada pela Venerável Madre Maria Teresa de Jesus Eucarístico no ano de 1936. Atuamos na área preventiva e curativa da saúde e atende aos mais necessitados. Com caráter missionário, desde 8 de outubro de 2011 iniciamos trabalhos de atendimento entre a população rural de Dombe, Moçambique, África, inserindo-nos entre as entidades que tentam apoiar tais comunidades carentes através de iniciativas humanitárias que englobam a saúde preventiva e curativa, além da formação humano-espiritual de homens, mulheres, jovens e crianças.

A área onde está localizada a Missão de Dombe pertence à Diocese de Chimoio e, além de outras atividades exercidas pelos demais missionários, as irmãs dedicam-se inteiramente ao atendimento de saúde da população. Existe no local um posto de saúde onde funciona o nosso ambulatório, com poucas condições para atendimento devido a falta de energia elétrica. Este serviço é prestado de segunda a sábado, das 8h00 às 17h00 (cerca de 2.000 pessoas são atendidas mensalmente). As irmãs realizam também visitas semanais nos domicílios e formação humana.

Muito obrigado por ter chegado até aqui. Sua ajuda faz do mundo um lugar melhor!


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Pequenas Missionárias de Maria Imaculada
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