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AJUDEM MEU FILHO, VITINHO A ANDAR! - Catharine

Saúde - São Paulo, SP
kicks
Arrecadados da meta de R$200.000,00
Campanha flexível

Esta campanha irá receber todas contribuições em 05/06/2019.

Banco Itaú / AG 6327 - C/c 101413-3

Quem vê o Vitinho, não imagina o milagre que ele é em nossas vidas.

Quando planejamos tê-lo, jamais poderíamos imaginar que ele poderia nascer com alguma deficiência. Eram só pensamentos de como seriam seus olhos, seu cabelo, seu rostinho...

Todos os olhos foram voltados para mim, porque tenho Insuficiência Renal Crônica, então era uma gravidez de alto risco. Eu jamais poderia imaginar que ele ficaria entre a vida e a morte.

Com 29 semanas fui internada com suspeita de pré-eclâmpsia, meu líquido amniótico havia dobrado de volume. Na terceira semana internada, tive uma infecção renal (Pielonefrite). Era a pior dor da minha vida, uma dor indescritível, insuportável! Tivemos então que adiantar o parto. O Vitinho nasceu com 32 semanas, nasceu roxinho, com um Apgar de 6. Sabe aquele encontro de mãe e filho, o primeiro beijo, o primeiro cheiro, a primeira lágrima, o primeiro choro juntinhos? Não tivemos. O pulmão do Vitinho não estava formado, ele não conseguia respirar e foi levado às pressas para a UTI Neo Natal. Para complicar, a minha infecção renal foi passada para ele, ele teve uma Sepse Neonatal.

Foram 22 dias na UTI NeoNatal. A primeira semana foi terrível, ele estava sedado e entubado, não se mexia, não via nada. Eu pedia muito a Deus para deixá-lo vivo e acreditava que ele sairia dali. Mas ainda não imaginava o que poderia acontecer. Eram dias de altos e baixos. Não podíamos pegá-lo, fazíamos carinho nele através de uma pequena abertura na incubadora e eu cantava todos os dias para ele. Precisávamos mostrar de alguma forma que nós o amávamos, que estávamos ali, ele precisava lutar, ser forte. Porque a vida é assim, uma luta diária de sobrevivência.

Após os 22 dias, finalmente chegou o dia da sua saída, foi libertador, o dia mais feliz de nossas vidas, era um novo nascimento!

Com 3 meses em casa, formos percebendo algumas características diferentes no Vitinho. Com 4 meses eu tinha certeza que tinha algo errado, você sabe, coração de mãe não se engana. Acredite! Ele não sorria, não me olhava nos olhos, não interagia. Ele não percebia que estávamos perto dele. Não brincava com nenhum brinquedo. Não segurava o pescoço, chorava muito. Com 6 meses vieram as primeiras convulsões e o diagnóstico de epilepsia. No mesmo período outro diagnóstico, pelo falta de oxigênio no cérebro, o Vitinho tinha Paralisia Cerebral Espástica (a espasticidade causa rigidez muscular, sem fisioterapias, pode causar deformidades graves e dores).

Foi muito difícil aceitar. Foram muitos sentimentos de culpa. Foram muitos questionamentos. Você deve imaginar, não estamos preparados para o pior. E de lá para cá nossa vida se transformou em terapias e mais terapias. E é um investimento caro e desgastante. 

O Vitinho completou 2 anos, ainda não fala, não senta sozinho, não engatinha, não anda, não tem coordenação motora e agora usará a cadeira de rodas. Mas evoluiu muito! É um bebê maravilhoso, carinhoso, fofo, feliz desse jeitinho. Não trocaríamos por nenhum outro.

Com o tempo, através de muitas pesquisas, descobrimos que existe uma cirurgia nos EUA, caríssima, mas que proporcionaria uma qualidade de vida melhor para o Vitinho e a possibilidade dele andar um dia.

A Rizitomia Dorsal Seletiva  (RDS) é uma técnica minimamente invasiva, criada pelo Dr. T. S. Park (Saint Louis Children’s Hospital – EUA). Ela não cura a espasticidade, mas diminui essa rigidez muscular, tornando possível que a criança sente sozinha, flexione os joelhos, segure objetos e até ande com apoios mais simples como o uso de bengala e não dependa mais da cadeira de rodas.

Como pais, essa é uma esperança maravilhosa para nós. Saber que existe uma cirurgia que pode fazer meu filho andar é extraordinário!

Por isso, gostaria que vocês divulgassem nossa história. Pedimos sua ajuda para que o Vitinho possa andar um dia. Temos essa esperança e não vamos desistir.

Estamos à disposição para enviar qualquer documento que comprove os custos da cirurgia. Agradecemos desde já sua ajuda de coração. Um beijo, Vitinho, papai e mamãe.


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  Catharine Genova
  

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