Abas primárias

AUTO DA COMPADECIDA

Teatro - Rio de Janeiro, RJ
kicks
Arrecadados da meta de R$500.000,00
Encerrado!
Campanha flexível

Esta campanha recebeu todos os fundos arrecadados até 04/03/2019.

Recompensas

  • R$1.000,00

    AUTO MASTER OURO
    20 convites para a estréia da peça 10 convites durante a temporada Agradecimento no folder do espetáculo
    Entrega estimada em 08/03/2019

  • R$500,00

    AUTO MASTER PRATA
    10 convites para a estréia da peça 06 convites durante a temporada Agradecimento no folder do espetáculo
    Entrega estimada em 07/03/2019

  • R$250,00

    AUTO MASTER BRONZE
    06 convites para a estréia da peça 04 convites durante a temporada
    Entrega estimada em 07/03/2019

A montagem da peça Auto da Compadecida, que esta em cartaz desde abril 2012 é uma iniciativa é da Cia Limite 151, que já havia produzido outros espetáculos com texto do autor, O Santo e a Porca (direção de João Fonseca), sucesso de público e crítica, aplaudido pessoalmente por Suassuna e O Casamento Suspeitoso (direção de Wagner Campos e Gláucia Rodrigues). Com um elenco formado por 12 atores, entre eles Gláucia Rodrigues, Rafael Canedo, Edmundo Lippi, Andressa Lameu,  sob a direção de Sidnei Cruz, a  produção foi indicada ao Prêmio Shell 2012 de Melhor Figurino – Samuel Abrantes.

A peça fala das aventuras de João Grilo, um sertanejo pobre e mentiroso, e Chicó, o mais covarde dos homens. Ambos lutam pelo pão de cada dia e atravessam por vários episódios enganando a todos da pequena cidade em que vivem, até conseguirem através de suas confusões a ira do temido Cangaceiro Severino de Aracaju.

A história serve como pano de fundo para mostrar problemas sérios encontrados no Nordeste brasileiro, como o coronelismo, a pobreza extrema em que algumas pessoas se encontram e várias figuras populares na região, como o cangaceiro. Esta peça projetou Suassuna em todo o país e foi considerada, em 1962 por Sábato Magaldi como "o texto mais popular do moderno teatro brasileiro".

O espetáculo dirigido por Sidnei Cruz potencializa as linhas matriciais contidas na dramaturgia de Ariano Suassuna. O espaço cênico lembra um picadeiro de teatro de circo, e o jogo de cena dos atores é inspirado nos brincantes dos folguedos populares. As embrulhadas de João Grilo (Gláucia Rodrigues), sempre acompanhado pelo fiel escudeiro Chicó (Rafael Canedo), o levam ao céu para enfrentar o juízo final, onde o diabo faz de tudo para pegá-lo e ele faz de tudo para escapar, para tanto conta com a preciosa colaboração da Compadecida. As peripécias são narradas e pontuadas por palhaços e caretas que aparecem em diversas situações em forma de coro ou jogral. A comicidade popular e irreverente dos autos populares nordestinos e do teatro de mamulengos são as referências para o ritmo, a movimentação e os desenhos coreográficos da encenação. Pequenas arquibancadas móveis, cortinas, figurinos coloridos e rústicos dão o tom carnavalizado de comicidade bruta de feira e praça pública.


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EDMUNDO ROBERTO LIPE
  EDMUNDO ROBERTO LIPE
  

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