Abas primárias

O extrativismo sustentável do açaí corre perigo

Comunidade - Macapá, AP
kicks
Arrecadados da meta de R$150.000,00
Encerrado!
Campanha flexível

Esta campanha recebeu todos os fundos arrecadados até 15/06/2018.

Recompensas

  • R$25,00

    Doe 25
    Agradecimento virtual
    13 pessoas kickaram.
    Entrega estimada em 23/10/2018

  • R$50,00

    Doe 50,00
    Selo de padrinho
    20 pessoas kickaram.
    Entrega estimada em 23/10/2018

  • R$100,00

    Doe 100,00
    Agradecimento virtual + Selo de padrinho
    11 pessoas kickaram.
    Entrega estimada em 23/10/2018

  • R$250,00

    Doe 250,00
    Seu nome em um painel na Casa do Açaí
    8 pessoas kickaram.
    Entrega estimada em 23/10/2018

  • R$500,00

    Doe 500,00
    Agradecimento virtual + selo de padrinho + seu nome no painel
    Uma pessoa kickou.
    Entrega estimada em 23/10/2018

  • R$1.000,00

    Doe 1000,00
    Seu nome no painel na casa do Açaí + artesanato exclusivo feito pela comunidade do bailique + seu apoio para que as famílias locais extrativistas de açaí possam vender seus produtos direto para o mercado.
    Uma pessoa kickou.
    Entrega estimada em 23/10/2018

  • R$5.000,00

    Doe 5000,00
    Vivência na comunidade do Bailique + hospedagem + alimentação + translado dentro do arquipélago do Bailique
    Uma pessoa kickou.
    Entrega estimada em 15/01/2019

Pessoas do bem que tentam ganhar a vida honestamente sofrem com a exploração dos cartéis. Esta é a realidade de muitas famílias que trabalham com o extrativismo do açaí de forma sustentável que moram em Bailique, um arquipélago localizado no Amapá, cerca de 200 km da capital Macapá. Infelizmente, essas pessoas não encontram parceiros do setor da agroindústria dispostos a investir nesse tipo negócio. E os ribeirinhos extrativistas, mesmo sendo os mantenedores das florestas, e os vendedores e donos destes produtos, os carteis não lhes permitem ditar o preço dos seus trabalhos e consequentemente dos seus produtos.

Sua única fonte de renda está ameaçada, então a Cooperativa dos Produtores Agroextrativistas do Arquipélago do Bailique precisa do seu apoio para criar o  Entreposto CASA DO AÇAÍ, que será um mecanismo de acesso ao mercado direto, para que os ribeirinhos extrativistas possam vender seus produtos direto para o mercado. Não se trata apenas de uma questão economicista, mas, de justiça ambiental, social e econômica. É necessário estimulamos o fortalecimento de uma economia inclusiva para os povos e comunidades tradicionais.

Precisamos colaborar para quebrar a inércia da exploração secular dos atravessadores no mercado dos produtos da sociobiodiversidade na Amazônia URGENTE, a nova safra de Açaí que se inicia no final de Março  e será perdida caso a comunidade do Bailique não consiga  criar soluções para vender seu produto direto para o mercado. 

Desde 2016, somos o único açaizal certificado FSC do mundo.

Colabore agora, porque não podemos ficar de olhos fechados diante de tanta desigualdade! ↓↓↓

Associação das Comunidades Tradicionais do Bailique (ACTB), com uma proposta de gestão diferenciada onde se instituiu 05 Grupos de Trabalhos (GTs: Agroextrativismo e Produção; Meio Ambiente; Questão Fundiária; Conhecimento Tradicional e Juventude), cada um com a responsabilidade de encaminhar as demandas específicas que surgem a partir das tomadas de decisões coletivas.

A ACTB é responsável pela gestão e liderança do Protocolo Comunitário, e vem executando as atividades cotidianas do projeto com sucesso, levando a resultados imediatos. A ACTB é responsável não somente pela mobilização local das comunitários e produtores de açaí, como também tem um papel de fazer as articulações necessárias.

Cooperativa dos Produtores Agroextrativistas do Bailique AMAZONBAI, a cooperativa conta com 107 sócios e surgiu com a proposta de colocar no mercado um produto de grande valor por ser de alta qualidade e que tem uma função social e econômica muito importante para o Bailique.  A Cooperativa dos Produtores Agroextrativista do Bailique – AMAZONBAI representa diretamente os produtores de açaí cooperados, que através da certificação FSC dos seus açaizais, em sua primeira assembleia decidiram constituir um Fundo Financeiro com a doação de 5% da venda de cada lata (cerca de 14kg) de açaí. Os recursos desse Fundo são destinados a manutenção da futura Escola Família Agroextrativista do Bailique.

Obrigado por conhecer um pouco da nossa história. Sua ajuda é muito importante!


A hora é agora! Contribua com
O extrativismo sustentável do açaí corre perigo

Saiba mais sobre o criador desta campanha:

Facebook | Facebook

Conheça quem está à frente desta campanha

Rubens Gomes
  Rubens Gomes
  

Você acredita que essa campanha tenha conteúdo proibido? Reporte esta campanha.