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Samba Jazz, de Raiz

Música - Rio de Janeiro, RJ
kicks
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Campanha flexível

Esta campanha irá receber todas contribuições em 15/02/2019.

'Samba Jazz, de Raiz' é um projeto que eu já tinha vontade de realizar há algum tempo. Minha formação musical foi muito eclética na infância, ouvindo os discos de todos os gêneros, que meu pai trazia para fazer críticas nos jornais onde trabalhava.

Ouvi de Jackson do Pandeiro a Orquestra do Tommy Dorsey, de Ismael Silva a Elvis Presley, de Regional do Canhoto a Glen Müller e Franklin Sinatra, passando por Dick Farney e Nora Nei. Cheguei a ouvir muito samba canção, que tinha uma grande influência do jazz e, na chegada da Bossa Nova, acho que lá pelos meus treze anos, as harmonias jazzísticas me chamaram muita atenção.

Tudo se completou com minha convivência com Jorge Santos, meu vizinho, amigo do meu pai e violonista do regional do Waldyr Azevedo. Tocava um violão moderno, com acordes dissonantes, diferente do está a habituado a ouvir com meu pai. Ele era tio do guitarrista Bola Sete, que esteve lá em casa uma vez e que me impressionou muito com sua mistura de samba, jazz  e rock tocados na guitarra. Este meu novo disco autoral - que quero lançar com seu apoio - é uma síntese de todo este assunto: nele destaco estas influências do jazz na minha maneira de tocar e compor. São quinze canções gravadas com tratamento jazzístico, basicamente acompanhadas por baixo elétrico/acústico, violão/guitarra,  bateria  e alguma percussão, em determinadas faixas.

É um disco em que dedico um olhar especial para a guitarra, meu instrumento na juventude, quando tocava e bandas de ie-ie-ie. Faço uma homenagem ao instrumento contemplando três estilos: o jazz, onde contei com a participação do sensacional guitarrista uruguaio/brasileiro/do mundo Leonardo Amoedo; o rock, com a especialíssima participação do Barão Frejat, cantando e tocando sua guitarra com overdrive; e o estilo da guitarra suburbana dos bailes de samba, e que ficou por minha conta. Diferentemente de meus discos anteriores “Coisa de Chefe” e “Amigo de fé”, este disco tem uma instrumentalização mais enxuta, com pouca percussão, sem coro, um clima mais íntimo, com o qual pude dar mais destaque para as execuções ao violão de seis cordas.

Além dos citados Frejat e Leonardo Amoedo, um time de estrelas colaborou para este trabalho: Humberto Araújo (sax tenor e barítono), Ivan Machado (baixo elétrico) e Zé Luiz  Maia (baixo acústico), Camilo Mariano (bateria), Marcelinho Moreira (percussão), Peninha(percussão), Itamar Assiére e Fernando Merlino (piano), Kiko Horta (acordeom), Filipe Lima (violão de 7 cordas), Dirceu Leite (clarinete), Victor Neto (2auta), Walter D’Avila (guitarra), Wilson Das Neves (bateria), Ivan Lins (piano), Fátima Guedes, Mauro Diniz e Reinaldo (Casseta e Planeta) (voz).

Meus parceiros neste repertório de 15 faixas são Nei Lopes, Wanderson Martins, Ivan Lins, Ivan Wrigg, Wilson Moreira, Lula Queiroga, Manduka e Wilson Das Neves. Então é isso. Espero que o assunto tenha despertado em você, caro leitor, a curiosidade por ouvir este meu novo trabalho e a vontade de colaborar para a sua realização.


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Cláudio Jorge De Barros
  Cláudio Jorge De Barros
  

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