Abas primárias

Paralise o Guillain-Barré

Saúde - Rio de Janeiro, RJ
kicks
Arrecadados da meta de R$1.000.000,00
Encerrado!
Campanha flexível

Esta campanha recebeu todos os fundos arrecadados até 03/06/2017.

Recompensas

  • R$300,00

    Evento exclusivo com Jake Bugg
    Sim, vc será um dos fãs sortudos que participará em local secreto na quarta, dia 08/03, as 18h em São Paulo do evento com presença e surpresa do Jake Bugg.
    Uma pessoa kickou.
    ESGOTADO! Todos os kicks foram adquiridos.
    Entrega estimada em 09/03/2017

Acada dia, mais de 5 pessoas são diagnosticadas com a síndrome de Guillain-Barré no Brasil. A doença é grave e pode comprometer as funções motoras, a ponto de impedir o doente de deglutir o próprio alimento e até respirar em questão de horas. A origem da síndrome e métodos preventivos são desconhecidos, com esta campanha financiaremos a pesquisa da UERJ para paralisar o Guillain-Barré.

PRECISAMOS PARAR O GUILLAIN-BARRÉ AGORA.Clique e contribua ao lado para frear o aumento da doença no Brasil → → →

O projeto PARALISE O GUILLAIN-BARRÉ irá informar a população sobre o que é a doença, como se desenvolve e quais as possíveis relações com Zika Vírus e arrecadar fundos para o avanço das pesquisas científicas, designando um diagnóstico da doença, tratamentos e a recuperação dos pacientes. O valor arrecadado será destinado ao departamento de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas da UERJ, uma das poucas instituições no país que trabalha com pesquisas relacionadas ao Sistema Nervoso Periférico, incluindo a Síndrome de Guillain-Barré.

Faça parte agora! Juntos podemos combater a síndrome de Guillain-Barré → → →

A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune que pode estar relacionada a outras infecções, além da possível associação com as arboviroses (Zika Vírus, Dengue e Chicungunya). A doença foi descrita em 1916, e ainda existem muitas duvidas sobre a sua fisiopatologia (o processo da doença). A doença ocorre quando o sistema imunológico ataca parte do sistema nervoso. A pessoa sente fraqueza muscular, com dificuldade de controlar os movimentos e nos casos mais severos perde todos os movimentos do corpo, correndo risco de órgãos vitais ficarem comprometidos também. A síndrome pode afetar qualquer pessoa de qualquer faixa etária. É rara e normalmente ocorre três semanas depois que o paciente teve infecção respiratória ou gastrointestinal viral. Ultimamente o aumento de casos tem sido relacionado ao Zika Vírus. Cientistas estão estudando o desdobramento da síndrome, de como se desenvolve, sendo sua causa ainda desconhecida.

Segundo uma pesquisa do Centers of Disease Control and Prevention, feita em torno de 56 pacientes com suspeita da síndrome, que tiveram sintomas neurológicos durante 1 de Janeiro-31 de Julho, 2016, 34 (61%) tinham evidências do Zika Vírus presente, incluindo 10 (18%) com Infecção por Zika Vírus confirmada.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a ocorrência da Síndrome de Guillain-Barré no Brasil cresceu 19% entre janeiro e dezembro de 2015, em relação a media dos anos anteriores. O número total de pacientes registrados nesse período foi de 1.708, o que corresponde a mais de 5 casos por dia.

A correlação entre o Zika e distúrbios neurológicos, como a síndrome de Guillain-Barré, está entre os motivos de a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter decretado a emergência internacional. Embora só uma parcela pequena de pessoas com Zika apresente distúrbios neurológicos, estes chamam atenção pela gravidade. Cientistas não sabem se condições preexistentes dos pacientes, como doenças autoimunes e uso de corticoides, poderiam ter ligação com o problema. Tampouco se haveria predisposição genética.

A UERJ é um dos centros de referência de pesquisas científicas da doença e, com a crise financeira do estado do Rio de Janeiro, tememos que as pesquisas sejam paralisadas e que novos pacientes sofram, não só com a falta de recursos para internação, tratamento e reabilitação, como também com a falta de protocolos de diagnóstico.


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