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Pode um Assassino Escrever um Bom Poema?

Livros - Santos, SP
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Tudo ou nada

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Recompensas

  • R$70,00

    APENAS PARA OS DEZ PRIMEIROS
    Uma cópia de "Pode um Assassino Escrever um Bom Poema?" + uma cópia de "Depois do Fim", por Alex Bezerra de Menezes
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    Restam 9 kicks.
    Entrega estimada em 28/02/2017

  • R$100,00

    APENAS PARA OS DOZE PRIMEIROS
    Uma cópia de "Pode um Assassino Escrever um Bom Poema?" + uma cópia de "Elogio da Leitura", por Mario Vargas Llosa + uma cópia da edição limitada de "Rendição", livro de poesias escrito pelo editor da TASCHEN, Julius Wiedemann + seu nome impresso no livro a ser publicado
    Restam 12 kicks.
    Entrega estimada em 28/02/2017

  • R$20,00

    O ebook
    O ebook de “Pode um Assassino Escrever um Bom Poema?”
    Entrega estimada em 28/02/2017

  • R$40,00

    O livro
    Uma cópia de “Pode um Assassino Escrever um Bom Poema?” + frete grátis
    Entrega estimada em 28/02/2017

  • R$70,00

    Combo bronze
    Uma cópia de “Pode um Assassino Escrever um Bom Poema?” + uma cópia de “Elogio da Leitura”, por Mario Vargas Llosa + frete grátis
    Entrega estimada em 28/02/2017

  • R$75,00

    Combo prata
    Uma cópia de “Pode um Assassino Escrever um Bom Poema?” + uma cópia de “A Fórmula do Amor”, por Elizabeth Kantor + frete grátis
    Entrega estimada em 28/02/2017

  • R$85,00

    Combo ouro
    Uma cópia de “Pode um Assassino Escrever um Bom Poema?” + uma cópia de “Depois do Fim”, por Alex Bezerra de Menezes + frete grátis
    Entrega estimada em 28/02/2017

  • R$90,00

    Combo platina
    Uma cópia de “Pode um Assassino Escrever um Bom Poema?” + uma cópia de “Guia Politicamente Incorreto da Literatura”, por Elizabeth Kantor + frete grátis
    Entrega estimada em 28/02/2017

  • R$130,00

    Combo rubi
    Uma cópia de “Pode um Assassino Escrever um Bom Poema?” + uma cópia de “Depois do Fim”, por Alex Bezerra de Menezes + uma cópia de “Guia Politicamente Incorreto da Literatura”, por Elizabeth Kantor + frete grátis + seu nome impresso no livro a ser publicado, eternizando seu apoio
    Entrega estimada em 28/02/2017

  • R$150,00

    Combo esmeralda
    Uma cópia de “Pode um Assassino Escrever um Bom Poema?” + uma cópia de “Depois do Fim”, por Alex Bezerra de Menezes + uma cópia de “Guia Politicamente Incorreto da Literatura”, por Elizabeth Kantor + uma cópia de “Elogio da Leitura”, por Mario Vargas Llosa + frete grátis + seu nome impresso no livro a ser publicado, eternizando seu apoio
    Entrega estimada em 28/02/2017

  • R$1.500,00

    Empresa ouro
    Lote com 30 cópias do livro + logo impresso no miolo
    Entrega estimada em 28/02/2017

  • R$3.000,00

    Empresa diamante
    Lote com 50 cópias do livro + logo na contracapa
    Restam 2 kicks.
    Entrega estimada em 28/02/2017

Otto Maria Carpeaux. Não há introdução necessária. Um prodígio das letras, que foi reconhecido como "herói civilizador", por Antonio Candido, e como "o farejador do universo", por Olavo de Carvalho, fez pelo Brasil o que poucos brasileiros foram capazes. Em termos de atualização de um meio literário ainda um tanto provinciano, restrito às referências francesas, Carpeaux é o primeiro a falar do escritor tcheco Franz Kafka e de revelar autores escandinavos, eslavos e húngaros, além de comentar obras de escritores ingleses e norte-americanos. Sua facilidade no aprendizado de línguas estrangeiras lhe permite, em pouco tempo de estada no Brasil, dominar o português e se inteirar dos principais autores brasileiros, escrevendo ensaios decisivos sobre Carlos Drummond de Andrade e Graciliano Ramos.

Na abordagem de tamanha diversidade, Carpeaux não recorre à mera justaposição de tais literaturas, mas busca fundi-las num todo orgânico. Para garantir uma visão abrangente e múltipla, mas una, ele adota certos procedimentos metodológicos importantes, tais como a supressão das distinções de línguas e nacionalidades literárias, bem como a desconsideração das distinções entre os gêneros literários. Isso porque, como explica Candido, o interesse de Carpeaux está em "mostrar os grandes conjuntos orgânicos que exprimem o ritmo criador das épocas, vistas na totalidade de sua cultura, da qual a literatura se destaca. Daí a importância do tempo, não em seu aspecto mecânico e limitante, que é a cronologia, mas como princípio de organização do material estudado".

Em tempos de raridade analítica, resgatar seus ensaios, mais que uma necessidade, é uma obrigação. Eduardo Zomkowski, especialista na obra de Carpeaux, fez uma fina seleção de dez trabalhos, boa parte inéditos em livro, sobre cultura e literatura, que integração este volume chamado "Pode um Assassino Escrever um Bom Poema?": 

A arte do romancista (1956)

Formas do romance (1944)

Happy end (1951)

Literatura e mentira (1954)

Poesia e ideologia (1943)

Pode um assassino escrever um bom poema? (1943)

Um confronto ítalo-brasileiro (1957)

O "Macbeth" de Bandeira (1962)

O assunto do teatro (1953)

Napoleão em Nova Orleans (1955)

 Mas a obra não vai ao papel sem a ajuda de todos. Nosso plano é que ela siga a concepção visual do sucesso "Elogio da Leitura", escrito por Mario Vargas Llosa e que foi resenhado na revista VEJA, com projeto gráfico arrojado, capa dura e papel nobre. Escolha sua recompensa, faça sua contribuição e compartilhe nossa campanha em suas redes sociais. Toda divulgação é fundamental para o sucesso desta empreitada. Se não conseguirmos atingir a meta estipulada, todos recebem seu dinheiro de volta. Se conseguirmos, cobrimos os custos de direitos autorais, revisão, diagramação, capa, projeto gráfico, impressão e envio – tudo com a reconhecida qualidade da editora Simonsen.  

Em Elogio da Leitura, Mario Vargas Llosa, vencedor do Prêmio Nobel, explica que quem busca na ficção aquilo que não tem, diz, sem precisar dizer ou sequer saber, que a vida tal como é não nos basta para saciar nossa sede de absoluto, fundamento da condição humana, e que ela deveria ser melhor. Inventamos ficções para podermos viver, de algum modo, as muitas vidas que queríamos ter, quando dispomos de uma só.

O Brasil de ontem é o Brasil de hoje? No romance Depois do Fim, Alex Bezerra de Menezes remonta o passado e repensa o futuro a partir de um quadro de Frans Post, o pintor holandês que registrou o Nordeste brasileiro, e questiona nosso senso de valores, nossa ética cotidiana e investiga respostas para nossas falências institucionais e morais.

Costumava-se dizer que clássico é aquele que nunca nos abandona. Que toda releitura é uma leitura de descoberta. Que são livros que nunca terminam o que tinham para dizer. Que são obras que chegam a nós trazendo consigo as marcas das leituras que precederam a nossa e atrás de si os traços que deixaram nas culturas que atravessaram. Que são imprescindíveis para entendermos a nós mesmos e ao mundo que nos rodeia. Então qual é o motivo de tanto medo? Por que tantos clássicos caem vítimas do campo minado da teoria literária e são considerados machistas, racistas, incompreensíveis e indignos de serem lidos e estudados? Por que não nos apoiamos nos ombros de gigantes? Elizabeth Kantor analisa o fenômeno e explica como aproveitar a literatura ao máximo e aprender com ela o que seria impossível por quaisquer outros meios, no Guia Politicamente Incorreto da Literatura.

É possível aprender com Jane Austen sobre homens, sexo e casamento? Ela pode ensinar a mulher moderna a navegar pelo campo minado do amor e do flerte e a encontrar a 'felicidade permanente' que suas heroínas almejam? O que pode ser tão difícil de encontrar no mundo de hoje, mas que esteve amplamente disponível em seu universo? O que Jane Austen tem que nós perdemos? A Fórmula do Amor: Segredos de Jane Austen para os Relacionamentos, de Elizabeth Kantor, responde a estas e muitas outras questões.

Otto Maria Carpeaux (Viena, Áustria, 1900 - Rio de Janeiro, RJ, 1978). Ensaísta e jornalista. Filho do advogado e pianista judeu Max Karpfen e da violonista católica Gizela Schmelz Karpfen. Aos 20 anos ingressa na Faculdade de Direito da Universidade de Viena. Obtém, em 1925, o título de doutor em letras e filosofia e inicia trabalho como jornalista. Intelectual ativo, estuda ciências matemáticas em Leipzig, Alemanha, sociologia em Paris, literatura comparada em Nápoles, Itália, e política em Berlim. Tempos depois, por opor-se ao regime nazista em ascensão na Alemanha, é perseguido e foge, em 1938, para a Antuérpia, Bélgica, onde trabalha no periódico Gazet van Atwerpen. Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) vem para o Brasil, em 1939. Chega ao Paraná com sua mulher, a cantora lírica Helena Carpeaux, e depois vai para São Paulo. Conhecedor de diversos idiomas, aprende o português em menos de um ano. Transforma seu sobrenome original, Karpfen, em Carpeaux (francês) - ambos significam carpa -, por considerá-lo mais prestigioso entre os intelectuais brasileiros. Muda-se, em 1940, para o Rio de Janeiro. Em 1941, precisando urgentemente de trabalho, envia uma carta ao crítico Álvaro Lins (1912-1975), oferecendo um artigo sobre o escritor tcheco Franz Kafka (1883-1924), que conhece pessoalmente na Europa. O artigo é aceito e então passa a colaborar no jornal carioca Correio da Manhã. Em 1942, torna-se diretor da biblioteca da Faculdade Nacional de Filosofia, e publica seu primeiro livro em língua portuguesa, A Cinza do Purgatório. Assume a direção da biblioteca da Fundação Getulio Vargas (FGV), em 1944, cargo que ocupa até 1949. Sua maior e mais conhecida obra é a História da Literatura Ocidental, escrita entre os anos de 1941 e 1947 e publicada em oito volumes, entre 1959 e 1966. Trabalha, a partir de 1950, como redator editorialista do Correio da Manhã. Em 1968, anuncia o fim de sua carreira literária e promete dedicar o resto de seus dias à luta política, fazendo oposição ao regime militar instaurado no Brasil em 1964. Além da produção extensa de ensaios sobre literatura, publica livros sobre música, história da arte e política.

A editora Simonsen publica livros ousados e variados, sempre com alta qualidade gráfica e de comunicação. Renomados autores como Mario Vargas Llosa, Tom Perrotta, Daniel Friberg, Thomas Woods Jr., Maria Valéria Rezende e Phyllis Schlafly fazem parte de seu catálogo e seus livros já figuraram nas páginas da Folha de S.Paulo, do Estadão e da revista VEJA, além de serem destaque no programa "Em Pauta", da GloboNews, e "Manhattan Connection", da GNT.


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Rodrigo Simonsen
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