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Quero ser tenista profissional

Esportes - Brasília, DF
kicks
Arrecadados da meta de R$30.000,00
Campanha flexível

Esta campanha irá receber todas contribuições em 19/08/2018.

 Morador do Itapoã, periferia de Brasília/DF, o garoto vem de uma família humilde. Sua mãe é diarista, enquanto o pai trabalha como pedreiro. No início, ela não via esse envolvimento com bons olhos, pois achava que era um esporte de rico. Mas Paulo André tinha algo bem maior em mente do que simplesmente pegar uma raquete e acertar a bolinha amarela. “Desde o início, eu falei para minha mãe que queria ser alguém na vida e realizar os nossos sonhos”, diz o atleta. 

Ele conheceu o tênis ainda criança, quando tinha apenas 12 anos, por meio de um projeto social do grupamento de fuzileiros navais, chamado Segundo Tempo. “À época, eu jogava futebol por lá e meus amigos me chamaram para jogar tênis. Fiz a primeira aula e gostei”, contou Paulo André. E essa brincadeira foi rendendo frutos.

Pouco tempo depois, o atleta foi treinar no Centro de Treinamento Lindoso, no Setor de Clubes Sul (SCS).

Aos 14 anos, a decisão já havia sido tomada: queria ser jogador profissional. E foi, a partir daí, que os treinos começaram a ficar mais puxados. A escola deu lugar ao esporte. Os treinamentos, feitos somente pela manhã, preencheram também as tardes de Paulo André. “Eu estudo a noite para poder me dedicar mais”, pontuou o jovem.

Para jogar, ele ainda esbarra em uma dificuldade: a financeira. Mas se alguns acham que isso é motivo para desistir, o garoto, humilde, encara essa situação como uma motivação. “Eu sei que tenho poucas oportunidades, então eu tento aproveitar as chances da melhor maneira possível”.

O sonho no tênis profissional começou a ser escrito na última terça-feira (08/05/18). O primeiro ponto no ranking oficial da ATP veio após a vitória por 2 sets a 0 (6/4 e 7/6) contra o argentino Lorenzo Gagliardo. “Quando eu ganhei, não sabia o que fazer. Eu fiz o movimento natural de levantar os braços, mas ainda não tinha ideia da proporção que ia tomar”.

"Quero ir até o final! Se for para não dar certo, quero pelo menos falar para o pessoal que me ajudou que eu tentei e fui até muito longe. Se não der certo, eu quero estar ali para ajudar". finaliza.

  


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Antonio Tênis
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