OPY - O CHAMADO GUARANI
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Vaquinha
R$ 1.860,00 da meta de R$ 52.730,00
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DO ENCONTRO AO CHAMADO: 

O Projeto OPY- O CHAMADO GUARANI, nasceu de um encontro com o Karaí Whera, um dos líderes do Conselho Espiritual da Aldeia Itaty - Morro dos Cavalos. Após um debate sobre a atual política brasileira e a questão indígena realizado pela UDESC fomos convidados a fazer uma visita até a aldeia. É impossível descrever como chegamos ao projeto OPY, quando percebemos o chamado já tinha acontecido e estávamos lá, estudando a área, desenhando e calculando os materiais. Ouvir do Karaí Whera as palavras: que bom que vocês chegaram,foi Nhanderú que enviou vocês até aqui; fortaleceu nossa conexão com o grande espírito criador e fez florescer uma força superior no nosso ativismo pelas causas indígenas. 

O CHAMADO GUARANI é dedicado a todos os seres que sentem no seu coração o chamado para defender, para lutar, para apoiar, para caminhar juntos na prática de ações  que fortaleçam  os saberes indígenas como referência para transformação da nossa sociedade. Muitas são as razões que nos unem aqui, a principal delas é o sentimento do Teko Porã, o bem viver  com a natureza. "Desde antigamente o modo de ser Guarani é andar pelo espaço guiado pelos deuses, sendo guiados pelas lideranças espirituais a beira mar, procurando a terra perfeita para a gente viver e manter a nossa vida espiritual. Nhande kuery ete’i ikuaí vy oguata okua py vy yy he’ê rembe re yvy rupi nhaneramoî opita’i va’e rembikuaa rupi oeka okua py yvy marae’y ikuaí pora’î água." Karaí Wherá (Marcos Morreira) 

A ALDEIA DO MORRO DOS CAVALOS E A CASA DE REZO: 

Sentimos o chamado Guarani para realização da campanha colaborativa para construção da OPY, com capacidade para receber até 200 indígenas em celebrações de rezo na aldeia Itaty- Morro dos Cavalos. Juntamente com a construção serão realizadas atividades paralelas como: rodas de saberes, cursos de capacitação em bioconstrução Guarani , atividades interculturais, e troca de sementes.

A aldeia está localizada no município da Palhoça em Santa Catarina, entre a serra e o mar, cortada pela BR-101 nos quilômetros 231 e 235. Seu território  encontra-se demarcado pelo Ministério da Justiça e hoje aguarda a homolugação da Presidência da República para escrituração da sua terra indígena (TI), Morro dos Cavalos. As principais atividades desenvolvidas pela comunidade são: agricultura, artesanato, educação (a Escola Itaty, possui 10 professores indígenas) e atuação em conselhos de lideranças: Nhemongueta (Comissão de Caciques do Estado de Santa Catarina) e Yvyrupa (Organização Nacional do Povo Guarani).

Atualmente a aldeia está sem casa de rezo, em 2013 a estrutura da antiga OPY não resisitiu e desde então a comunidade não conta com este espaço sagrado, de fundamental importância para  a raiz de suas tradições. A casa de rezo é o que mantém a cultura, é o que segura a linguagem, o canto e os rituais desde a criação do mundo. É na casa de rezo onde o povo guarani se descarrega e também se fortalece. Sem OPY a comunidade se sente desorientada e não tem como realizar seus ritos de cura e proteção espiritual.

QUEM SOMOS:

Karaí Whera (Marcos Morreira) - Guarani, graduado em Licenciatura Indígena pela Universidade Federal de Santa Catarina. Humanidades- ênfase em direitos indígenas. Formado no magistério Guarani KUAA-MBO´E (conhecer-ensinar) da Região Sul e Sudeste do Brasil. Atua há 18 anos na educação como professor. Mora na Terra Indígena do Morro dos Cavalos - SC. É coordenador da Comissão de Caciques do Estado de Santa catarina - NHEMONGOTÁ.

Aurora Liuzzi- Geógrafa ,educadora e mãe. Trabalhou durante 15 anos em escolas pelos estados de Santa Catarina (Florianópolis/Joinville/Itajaí), Distrito Federal (Brasília) e Goiás (Chapada dos Veadeiros). Atuou em projetos sócioambientais locais como: horta escolar, feira gastrômica, visitas a assentamentos do MST e turismo rural. Atualmente é colaboradora na empresa de turismo de base comunitária TEKOÁ BRASIL em Florianópolis e ativista em propostas relacionadas à mudanças de paradigmas. 

Thomas Enlazador- Designer Social e Permacultor. Ativista sócioambiental há 20 anos.  Mestre em Gestão e Políticas Ambientais. Cientista Jurídico com foco em legislação e educação ambiental. Articulador de Redes SocioAmbientais. Trabalha com Permacultura e Design Social. Sócio Fundador do IBC- Instituto Biorregional do Cerrado. Membro da Coordenação Nacional da Raiz Movimento Cidadanista. Integrou a organização do Fórum Social Mundial e foi co-idealizador das Aldeias da Paz nos Fóruns.  Lider Operativo de Alianças Internacionais do Conselho de Assentamentos Sustentáveis das Américas - C.A.S.A.  Idealizador do Ecocentro Bicho do Mato na zona rural do Recife.  Autor do Almanaque de Práticas Sustentáveis. Foi curador ambiental da Bienal do Livro (PE) e Expoidea.

SOBRE O ORÇAMENTO PARA REALIZAÇÃO DO CHAMADO GUARANI: 

O valor de gastos está estimado em 52.730,00. Esses gastos incluem:

  • Equipe de produção O CHAMADO  GUARANI 10.000,00
  • Despesas com alimentação/transporte - 1.500,00
  • Orçamento, compra e transporte de material para OPY: 20.000,00
  • Limpeza da área (aluguel de trator) : 500,00
  • Recompensas para Campanha (artesanato indígena e vivência): 2.500,00
  • Material gráfico da campanha (logo/adesivos/camisetas) : 4.580,00
  • Equipe de capacitação em bioconstrução: 8.000,00
  • Porcentagem Kickante: 12% se atingirmos o valor da campanha (5.649,60 ), 17,5% (8.239,00 ) se não atingirmos o valor total.
     

OPY - A nossa verdadeira universidade.

Sentimos que a luta indígena também é a nossa luta.

Entendemos que temos responsabilidades por todo o massacre sofrido pelos parentes desde a chegada dos europeus até os dias de hoje.

Reconhecemos os indígenas como povos originários, guardiões da terra, e detentores da sabedoria do teko porã.

Queremos ver o bem viver  da tradição guarani florescer em nossa sociedade e gerar uma mudança em nosso padrão de sentimentos e de atitudes em relação a nossa mãe, TERRA. De onde tiramos todo o nosso sustento. É no colo da mãe Terra que bebemos nossa água, que planatmos nossas sementes e colhemos nosso alimento. 

Convidamos você para apoiar, para divulgar, para participar do Projeto OPY- O CHAMADO GUARANI, doando a quantia que for possível e compartilhando com seus amigos esse sentimento de união entre indios e não indios como uma caminho a trilhar daqui em diante. Nossas recompensas serão virtuais (agradecimentos / informativos eletrônicos/ fotografias da campanha), reais (adesivos/artesanatos/camisetas/) e presenciais (visitas agendadas na aldeia para troca de saberes).

 ***AGUYJEVETE PRA QUEM LUTA!!! 

* em guarani Aguyjevete é um agradecimento, uma saudação aos parentes quando chegamos em sua morada, é também uma maneira de expressar alegria por um encontro.

É muito fácil participar.

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Campanha encerrada em 08/01/2017

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