DOC - ATLETA PARALÍMPICA MÔNICA DOS SANTOS
DOCUMENTÁRIO "A ESGRIMISTA"
São Paulo - SP
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SINOPSE
Uma chance de voltar a andar... Para isso, Mônica teria que decidir por interromper sua gravidez.
Contrariando a todos, sua resposta foi pela vida.
Junto com sua filha, Paolla, nascia também uma nova mulher, uma guerreira, que de uma tragédia pessoal construiu uma das mais belas histórias de superação. Campeã no esporte e na vida... A esgrimista!

PROPÓSITO
Quantas vezes nos sentimos paralisados, desanimados, diante de algumas dificuldades?
Essa inércia pode nos levar a um quadro de frustração, e até de depressão, podendo nos fazer desistir de nossos sonhos , ou pior, em alguns casos, desistir da vida.

NOSSO PROPÓSITO COM ESSE DOCUMENTÁRIO é ampliar aquilo que a Mônica já vem realizando através de sua palestra: "ROMPENDO BARREIRAS", onde ela apresenta sua história de amor, fé e determinação.
Com esse documentário mais e mais pessoas serão impactadas e motivadas a avançarem em suas vidas independente das circunstâncias; reconhecendo e valorizando os reais  valores da vida. 

JUNTE-SE A NÓS NESSE PROPÓSITO!

PRODUÇÃO
O Doc "A Esgrimista" conta com a produção, roteiro e direção de Alessandro Barros, cineasta que produziu entre outros trabalhos o Longa-Metragem “Eu Sou Brasileiro”, com Letícia Spiller e grande elenco. Filme VENCEDOR DE MELHOR ROTEIRO E MELHOR ATOR no Festival de cinema da Lapa – PR. Filme do Canal Brasil; Claro TV; Now TV; e AMAZON PRIME VIDEO.
https://www.clarotvmais.com.br/filme/eu-sou-brasileiro/625437




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"A Esgrimista"

Mônica da Silva Santos perdeu o chão em 2002. Até o dia em que tentou levantar da cama, e o joelho não sustentou o corpo. A vida aos 19 anos era tão feliz quanto pacata. De início, o marido não deu muita bola para o problema no joelho. Das duas, uma: ou seria lesão do futebol, que ela praticava duas vezes por semana, ou da bicicleta que usava para ir ao trabalho todos os dias. Mônica era assim mesmo, hiperativa e fã de esportes. Não devia ser nada de mais.

Mas a situação se agravava, aos poucos, perdia a sensibilidade dos membros. Em meio ao mar de preocupação, uma excelente notícia: Mônica estava grávida de cinco semanas. Por outro lado, os médicos não faziam ideia do porquê de ela estar perdendo os movimentos. Quatro meses depois, os médicos enfim solucionaram o enigma. Mônica era o único caso no Brasil de um angioma espinhal, uma lesão que pressiona a medula.

O prognóstico era de que a paciente poderia voltar a andar, para isso teria que interromper a gravidez e realizar uma cirurgia para descomprimir a medula. Do contrário, a situação evoluiria, podendo levar à tetraplegia ou à morte. Com os primeiros sinais físicos da gestação já evidentes, Mônica acariciou a barriga e tomou sua decisão: “decidi ter a minha filha.” Até cinco meses os médicos podem interromper a gravidez sem colocar a vida da mãe em risco. “Era o que me aconselhavam. Mas não quis. Assinei um termo de responsabilidade e fui para casa.”
Antes do parto, Mônica perderia o pai em um trágico acidente. A notícia a debilitou ainda mais, e Mônica ficou internada desde o oitavo mês de gravidez até o nascimento de Paola, em 1º de novembro de 2002. A cirurgia da coluna foi marcada para 40 dias depois, com prognósticos nada otimistas.

O angioma pressionara demais a medula. Se saísse com vida da mesa de cirurgia, seria tetraplégica. “Quando dei o primeiro banho na Paola decidi que iria aproveitar cada minuto. O momento mais complicado foi entregar minha filha sem saber se eu voltaria a pegá-la nos braços.”

Mônica acordou da cirurgia apenas ouvindo, sem enxergar ou falar nada. Sabia que estava viva, pois conseguia distinguir a voz do marido e os grunhidos de Paola escorada no seu colo, ainda sem qualquer sensibilidade. Passou 12 dias sem qualquer movimento. Aos poucos, porém, contrariando as previsões mais otimistas, Mônica demonstrava sensibilidade nos braços. Estava “só” paraplégica.

Se 2002 foi de quedas, 2003 foi de conquistas. Sem jamais cultivar esperanças de voltar a andar – “Isso não existe”, ela decreta, quis se adaptar o mais rápido possível à vida na cadeira de rodas. Por três anos, Mônica se dedicou a Paola e ajudava o marido na oficina de motos até que bateu o tédio. Buscou modalidades de esportes para cadeirantes e descobriu, via Orkut, um time de basquete em Canoas. Procurou um perfil feminino entre os membros da comunidade e nada. Foi lá mesmo assim.

Ganhou dos colegas o apelido que usa com orgulho nas redes sociais: Mônica Monstrinha. “Tem cara de anjo, mas na quadra é uma monstrinha”, diziam.

O empenho chamou a atenção de Jovane Guissone, que praticava basquete para melhorar o condicionamento físico e era atleta de esgrima – ele ganharia a medalha de ouro nos Jogos Paraolímpicos de Londres, em 2012.  Hoje, treinam juntos no Grêmio Náutico União.

A Monstrinha ainda tentaria a sorte no tiro ao alvo, no tênis de mesa e na vela antes de se decidir pela espada. 

Com 20 dias de treino, Mônica conquistou sua primeira medalha, de bronze, e não parou mais. Tornou-se especialista no florete, a mais tática das três armas da esgrima. Desde outubro de 2010, integra a seleção brasileira.

Em 2015, no Regional das Américas no Canadá, conquistou a primeira medalha de ouro da esgrima paraolímpica feminina em competições internacionais. Continua atuante, representando o Brasil nas últimas paraolimpíadas. Mônica dos Santos é um exemplo de vida, de garra e superação.

 


ESSA CAMPANHA É UMA DAS FORMAS DE CONSEGUIRMOS OS RECURSOS PARA A PRODUÇÃO DO DOCUMENTÁRIO BIOGRÁFICO DE MÔNICA DOS SANTOS – A ESGRIMISTA.

E O QUE QUER QUE CONSIGAMOS ALCANÇAR ATRAVÉS DESSA PÁGINA SERÁ ADICIONADO A OUTROS RECURSOS; E O DOCUMENTÁRIO SERÁ LEVADO AS PLATAFORMAS DE STREAMING.

A história de Mônica dos Santos conta com você para chegar a televisão do Brasil e do mundo, pois esse documentário será legendado em inglês e espanhol.

A partir de R$ 20,00, você se torna um apoiador.

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