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Programa para Inclusão de Crianças com Paralisia Cerebral (PC)
Inclusão de Crianças com Paralisia Cerebral
Caieiras - SP
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Programa Gratuito para capacitação de profissionias para Inclusão de Crianças com Paralisia Cerebral

Descrição

O que é paralisia cerebral? Quais são os tipos de paralisia cerebral? O que pode causar a paralisia cerebral? A paralisia cerebral diz respeito a uma lesão permanente e irreversível que altera o tônus muscular e o movimento do indivíduo. Tal lesão, que ocorre durante o desenvolvimento do cérebro, na fase fetal ou na fase infantil, pode provocar dificuldade de movimentação e rigidez muscular, além de desordens na fala, na coordenação motora, na cognição etc.

Sabe-se que a inclusão é muito importante para a sociedade, pois essa ferramenta permite a interação da criança com paralisia cerebral com outras crianças, além de reconhecer suas diferentes habilidades, o que confere a ela o direito de participar da sala de aula comum e à instituição escolar a oportunidade de promover a adaptação curricular, algo que é extremamente necessário para as crianças com paralisia cerebral.

Nisso, para garantir uma inclusão eficiente e significativa, a escola regular precisa trabalhar focada nas necessidades especiais dessas crianças, oferecendo um atendimento especializado, respeitoso e que atenda às suas necessidades, pois elas precisam receber estímulos que podem ajudá-las no que diz respeito ao desenvolvimento motor e ao desenvolvimento cognitivo.

Então, para se compreender melhor e praticar significativamente a inclusão da criança com paralisia cerebral, para que  aprendam tudo sobre o funcionamento da inclusão da criança com paralisia cerebral,

Estudar a inclusão de crianças com paralisia cerebral permite compreender melhor as necessidades delas e a melhor forma de promover a inclusão na escola regular. Pensando nisso, o Curso desenvolvido discute as características da criança com paralisia cerebral, a inclusão escolar, as práticas pedagógicas, a acessibilidade na escola, as atividades para crianças com paralisia cerebral, dentre outros assuntos.

 

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No mundo, 15,6% da população tem alguma deficiência e 5,1% dessas pessoas
são crianças. Em 2005, o Fundo das Nações Unidas para a Infância – UNICEF, estimou que existe cerca de 150 milhões de pessoas com menos de 18 anos com algum tipo de deficiência (OMS, 2012). 

O Estatuto da Pessoa com Deficiência diz que:

Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas (BRASIL, 2015, p.2).

O mesmo estatuto, aprovado em 2015, garante “à pessoa com deficiência acesso a produtos, recursos, estratégias, práticas, processos, métodos e serviços de tecnologia assistiva que maximizem sua autonomia, mobilidade pessoal e qualidade de vida” (BRASIL, 2015, p.15) em seus múltiplos contextos de vida: domicílio, escola, trabalho, espaços de lazer, comunidade, entre outros.

Oliveira, Garroti e Sá (2008) definem que a Tecnologia Assistiva (TA) auxilia as

crianças com paralisia cerebral em seu desenvolvimento, pois: Crianças com paralisia cerebral podem apresentar acentuado comprometimento motor, comprometendo a interação com seu meio. Dessa forma, a Tecnologia Assistiva é fundamental na
facilitação do desenvolvimento dessas crianças, pois, por meio dos recursos tecnológicos a criança terá a possibilidade de vivenciar o mundo que a cerca, minimizando os efeitos das barreiras motoras, interagindo e construindo conhecimentos e habilidades, favorecendo sua inclusão social e melhorando sua qualidade de vida (p. 257).
A área de TA é composta pela expertise de alguns profissionais auxiliando e envolvendo os usuários e seus familiares. Dentre esses profissionais temos os engenheiros, educadores, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos, enfermeiras, assistentes sociais, protéticos, especialistas em audição, entre outros (PELOSI, 2005; PELOSI, NUNES, 2009).

A Rede de Cuidados à pessoa com deficiência no Sistema Único de Saúde(BRASIL,
2012) indica que os Centros

Especializados em Reabilitação (CER) forneçam os equipamentos
de TA: “O CER é um ponto de atenção ambulatorial especializada em reabilitação que realiza diagnóstico, tratamento, concessão, adaptação e manutenção de TA, constituindo-se em referência para a rede de atenção à saúde no território” (BRASIL, 2012, p.7). Dentre os profissionais do CER, a ação do terapeuta ocupacional pode estabelecer de maneira efetiva programas de tratamento visando às atividades do dia a dia, proporcionando o fazer satisfatório, dentre eles com a implementação dos recursos de tecnologia assistiva (ZERBINATO; MAKITA; ZERLOTI, 2003).

De Paula e Baleotti (2011) realizaram um estudo realizado em uma escola municipal
do interior paulista e identificaram que o terapeuta ocupacional, junto com o professor da sala regular, identificou quais as necessidades de adaptações para que um aluno com disfunção física pudesse estar incluído na escola. As orientações e adaptações do terapeuta ocupacional foram
de grande relevância, auxiliando a professora na inclusão e aprendizagem do aluno.

Um projeto de extensão da Universidade Federal de São Carlos, desenvolvido por
Plotegher, Emmel e Cruz (2013) nas escolas municipais de educação da cidade de São Carlos, SP mostrou a necessidade de mais ações entre terapeuta ocupacional e professor. Os autores concluíram que a parceria colaborativa entre terapeutas ocupacionais junto às escolas é de extre-Revista Diálogos e Perspectivas em Educação Especial , v.4, n.2, p. 85-98, Jul.-Dez., 2017 87 O Acesso da Criança com Paralisia Cerebral Artigos ma importância para o processo de inclusão dos alunos, uma vez que os recursos de tecnologia assistiva favorecem a participação escolar, diminuindo barreiras e aumentando potencialidades.
Rocha e Deliberato (2012) concluíram que para confeccionar e prescrever um recurso de tecnologia assistiva para crianças com deficiência que frequentam a escola, é necessário parceria envolvendo o professor, aluno e o terapeuta ocupacional. No entanto, no cotidiano da criança com paralisia cerebral parece haver uma dificuldade no acesso aos recursos de tecnologia assistiva. O Centro Nacional de Referência em Tecnologia Assistiva – CNRTA traz que nos últimos dez anos o acesso aos recursos tem sido um grande desafio, devido às más prescrições, uso inadequado, custo alto e a falta de treino, questões inerentes ao processo de implementação (ZULIAN; FONSECA, 2013).

Na literatura ainda encontra-se que a falta de recursos financeiros para adquirir o
que é necessário para os filhos faz com que aumente a sobrecarga e conflitos internos familiares e faz com que os pais coloquem as necessidades da criança em primeiro plano, abrindo mãos de suas próprias necessidades e fazendo o esforço necessário para conseguir o ideal (BALTOR; DUPAS, 2013).

Nessa direção, a questão de estudo que se coloca é como as crianças com paralisia cerebral tem acessado recursos de TA. Algumas hipóteses foram levantadas como a aquisição dos recursos de Tecnologia Assistiva não é acessível a todos de maneira igualitária via políticas públicas,
indicando que talvez os municípios não tenham instituído uma Rede de Cuidados à pessoa com deficiência no Sistema Único de Saúde; que a condição socioeconômica e nível de instrução dos pais/cuidadores também pode influenciar em como o recurso é adquirido para seu filho. Desta forma, o presente trabalho teve por objetivo descrever o acesso da criança com Paralisia Cerebral aos recursos de tecnologia assistiva, a partir do relato de seus pais e/ou cuidadores.

Áreas de atuação para quem domina a inclusão da criança com paralisia cerebral

A área de atuação do profissional que deseja atuar com a inclusão da criança com paralisia cerebral oferece boas oportunidades pois ela abarca a Educação Especial e Inclusiva, área necessária para se promover a igualdade, a cidadania, o respeito à diferença, o atendimento educacional especializado e uma educação de qualidade para todos.

Por isso, é muito importante que os profissionais da educação compreendam a importância de se trabalhar com a inclusão, uma vez que as crianças portadoras de paralisia cerebral precisam entrar em contato com o ensino regular e com profissionais que estimulem o seu desenvolvimento e valorizem o seu aprendizado.

Objetivo do Curso de Capacitação Profissional; 

- Paralisia cerebral - Inclusão escolar com o uso da TIC
- Exame físico do sistema neurológico
- Distúrbios do sistema nervoso  parte 1
- Distúrbios do sistema nervoso  parte 2
- Aprendizagem baseada no cérebro
- Sistema nervoso: Encefálo - Cérebro e diencéfalo
- Diversidade e inclusão social na sala de aula
- Em direção à uma verdadeira prática inclusiva
- Aprendizagem.
- Pensamento, linguagem e inteligência.
- Psicologia Educacional: uma ferramenta para um ensino eficiente I
- Funções Psicológicas Básicas: Memória e Cognição.
- Desenvolvimento cognitivo e de linguagem I
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