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'Vista' o Teatro do Talma ou Panis Et Circenses
'Vista' o Teatro
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Ajude a 'vestir' o Teatro do Talma ou Panis Et Circenses

 "Mandei plantar/Folhas de sonho no jardim do solar

As folhas sabem procurar pelo sol/E as raízes procurar, procurar

Mas as pessoas na sala de jantar/São ocupadas em nascer e morrer"

(Caetano Veloso)

O teatro do Talma está 'nu'!

 Ajude a 'vestir' o espaço teatral da Sociedade Dramática Particular Filhos de Talma.

Desde 2009, um grupo de apaixonados pela instituição, um dos primeiros clubes de teatro do Brasil, fundado em 1879, situado na Rua do Propósito, 20, na Gamboa, Zona Portuária do Rio de Janeiro, abraçou a causa de reformar e restaurar a sua sede. O prédio caía aos pedaços, abandonado, depredado, cheio de ratos e vazamentos.

O grupo decidiu ir à luta. Conseguiu impedir o processo de leilão do prédio e convenceu a Prefeitura do Município do Rio que eram necessárias demolição e reconstrução do mesmo.

É importante frisar que esse grupo, cujos membros foram eleitos diretores da instituição, é proibido de receber qualquer tipo de provento, vantagem ou salário. Os diretores trabalham de graça: 0800!

Após muito esforço, a sede foi reconstruída e em 12 de agosto de 2014 o Talma foi reinaugurado, com direito a discurso do prefeito e da presença da diretoria do Clube de Regatas Vasco da Gama (lá concebido, em 1898).

O prédio ficou novinho, com salão multiuso (onde são realizadas gratuitamente oficinas de dança de salão, canto, percussão e ritmos e movimentos) e com o TEATRO (onde há curso de dramaturgia) onde cabem cerca de 100 espectadores.

Neste teatro, onde se apresentaram, um dia, a extrovertida Dercy Gonçalves, o Rei Roberto Carlos e a Ternurinha Wanderléia (antes de surgir a Jovem Guarda), Golden Boys, a Orquestra Tabajara, Ed Lincoln, entre outros, só há um espaço vazio. Não há caixa cênica, tratamento de acústica, iluminação adequada, equipamento de som decente, assentos para espectadores, cortinas e refrigeração.

Temos conseguido levar, ao espaço, grupos e companhias que fazem suas belíssimas apresentações na base da criatividade e do improviso: na iluminação, montagem de palco, enfim, no uso do espaço. De vez em quando é necessário solicitar a amigos o empréstimo de mesas de luz, de refletores, de cadeiras de plástico etc.

O trabalho é sempre intenso e com muito esforço estamos conseguindo mensalmente buscar pequeno apoio/patrocínio para esses grupos teatrais se apresentarem no espaço.

Para se ter uma idéia, o Teatro do Oprimido da Maré reinaugurou o teatro no Dia 12 de dezembro de 2015. Foi emocionante ver o teatro novamente “VIVO”! Desde a década de 80 não havia peças teatrais no Talma. Foi fantástico o espetáculo!

Continuamos com mais apresentações: em março desse ano, do grupo teatral da ONG Tocando Em Você, que encenou o belíssimo musical Orfeu Carioca; em abril tivemos a apresentação da peça teatral Tubarões Voadores, do Grupo de ex-alunos do Pedro II, chamado Fazendo O Quê?. Em maio a Cia Periferia Cena Portuária encenou o espetáculo Histórias Afro Brasileiras, cenas itinerantes ano lll; e no mês de junho houve a apresentação do teatro de fantoches da Cia. Fanfarra Produções com a peça infantil: Stellaluna.

O show deve continuar e assim levamos cultura e entretenimento DE GRAÇA para crianças e moradores da Zona Portuária. A expectativa é de que até final do ano mais seis grupos/cias. apresentem seus espetáculos no espaço teatral do Talma.

Dívidas

Recursos, os membros da diretoria já tiraram do bolso. E muito! Tudo para ajudar no que é possível, como por exemplo, para pagar dívidas de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU - cerca de R$ 75 mil. Essa dívida já foi de R$ 114 mil), água etc. A diretoria tenta de todas as formas regularizar a situação da instituição.

É difícil. Continuaremos levando arte e cultura para os moradores da Gamboa, com peças de novos grupos e também para as crianças. Isso é fundamental!

Entretanto, precisamos de um teatro que tenha, pelo menos, o mínimo de conforto. Segundo orçamento feito por especialistas (diretores, atores, produtores), a reforma ou estruturação do espaço fica em torno de R$ 83 MIL.

A idéia é que o Crowdfunding, (esta doação de todos que lutam para que a população tenha mais cultura e educação) supra esta necessidade (de estruturação e de equipamento). Se por um acaso conseguirmos arrecadar um valor acima desse (R$ 83 MIL), além da reforma, os recursos serão voltados para a implementação de mais oficinas como: a de Funcionalidade – voltada para o PÚBLICO DA 3ª IDADE, de Hip Hop, de iluminação, a de Yoga para deficientes visuais, que só não estão sendo realizadas por falta de verba e/ou patrocínio.

Sendo assim, precisamos da ajuda de todos os colaboradores possíveis para que possamos ter um teatro digno da história da SDP Filhos de Talma.

A Sociedade Dramática Particular Filhos de Talma

O Talma foi fundado em 1879, por um grupo de amigos dramaturgos europeus e brasileiros, que eram discípulos de François Joseph Talma – dramaturgo francês, amigo de Napoleão Bonaparte, e que revolucionou o teatro europeu. Apesar de ser um dos primeiros clubes de teatro do Brasil, seus fundadores jamais esperavam que a instituição se transformasse no ícone que hoje é para a Zona Portuária.

Lá, foi concebido, em 21 de agosto de 1898, o Clube de Regatas Vasco da Gama; presidentes como Getúlio Vargas e Rodrigues Alves participavam dos eventos que na instituição ocorriam, assim como assídua era a freqüência de artistas, dramaturgos, poetas e músicos, tanto para apresentações e recitais como para debater a arte brasileira.

Para se ter uma idéia da importância cultural do Talma para a Zona Portuária, o historiador José Murilo de Carvalho, com base em jornais do século XIX, descreveu, em seu livro, A Formação das Almas - o Imaginário da República do Brasil, as homenagens prestadas a Tiradentes no feriado de 21 de abril do ano de 1890, e conta a participação da instituição no desfile de comemoração da Inconfidência Mineira:

“...O préstito saiu dos arredores da Cadeia Velha, em que Tiradentes estivera preso, prosseguiu até a Praça Tiradentes e daí até o Itamaraty, onde Deodoro saudou os manifestantes. Acompanharam o desfile representantes dos clubes abolicionistas e republicanos, estudantes, militares, o Centro do Partido Operário – e, em destaque, os positivistas, levando em andor um busto do mártir esculpido por Almeida Reis. Presente também estava um misterioso Clube dos Filhos de Thalma. Era a celebração da paixão (Cadeia Velha), morte (Praça Tiradentes) e ressurreição (Itamaraty) do novo Cristo. Em celebrações posteriores, acrescentou-se ao final do desfile uma carreta para lembrar a que, em 1792, servira para transportar o corpo da ‘santa vítima’ após o enforcamento. Era o ‘enterro’ da nova via-sacra.”

Um ponto de cultura

Os moradores e freqüentadores viam, no passado, a instituição como um pilar, um alicerce cultural, onde brotava música, debates, poesia e literatura, enfim: Arte. No presente, os talmenses transformaram-na em um ancoradouro para apresentações de música e de novos grupos de teatro; e um centro de oficinas e cursos para adolescentes e moradores da Zona Portuária. E no futuro, será também galeria de arte e uma casa onde se debaterá a política brasileira, cultura, educação, meio ambiente, saúde, esportes, os preconceitos racial, social e sexual, as DSTs etc. Enfim, será um verdadeiro ponto de cultura na região.

Quem foi Talma?

François Joseph Talma (Paris, 15 de janeiro de 1763 - 19 de outubro de 1826) foi um dos maiores nomes da dramaturgia francesa. Foi o ator preferido de Napoleão Bonaparte. Ele mudou a forma de apresentação teatral no velho continente, pois foi o primeiro a se trajar como as personagens no palco. Foi um dos melhores amigos de Napoleão e está ligado diretamente à cultura francesa.

O Prata Preta e o Talma

No Carnaval de 2013, o Cordão do Prata Preta, bloco da Zona Portuária, apresentou o enredo 250 anos de François Joseph Talma: L’acteur Favori de Napoléon, homenagem ao dramaturgo francês.

A arte da camisa para a folia foi desenhada pelo chargista e escritor Ziraldo (Menino Maluquinho e Turma do Pererê).

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